Ser homem: e se não tivéssemos de provar nada a ninguém?

Quando vivia no Reino Unido, conheci o Mark. Ele tinha 42 anos, era super bem-disposto, descontraído, inteligente e bem sucedido na vida. Tinha, no entanto, uma “nódoa” no “currículo”: o seu casamento ruíra porque deixara de conseguir sustentar a família. Muito antes do divórcio, o Mark trabalhava, tinha um bom vencimento, mas a empresa faliu […]